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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Análise do Draft da NBA no Lance!

Muito melhor do que a War Room do Sacramento Kings


Como vocês sabem, no último dia 24 de Junho, aconteceu o Draft da NBA, em New York. E, a convite do Lucas Pastore e do jornal Lance!, eu me juntei a outras feras do esporte para transmitir em tempo real tudo que acontecia no Draft da NBA pelo portal Lancenet!

O quinteto titular foi formado por Lucas Pastore, nosso anfitrião do Lance!, Denis e Danilo, do fantástico Bola Presa, Luis Araújo, do Triple Double, e eu próprio. 

Nós fizemos um acompanhamento por escrito lance a lance do que acontecia na noite do Draft, com o Lucas narrando e os outros quatro fazendo comentários e análises em tempo real. Enquanto isso, nossa Draft Room era transmitida em tempo real pelo Periscope, com nossas reações e comentários, ou mesmo respondendo a perguntas.

E, ao final do Draft, fizemos uma Mesa Redonda para discutir o Draft em si, os times que mais se destacaram, e aqueles que fizeram a coisa errada. 

E é com enorme prazer que eu anuncio que a iniciativa do Lance! foi um enorme sucesso. Nossa audiência superou as expectativas, e o feedback dos leitores foi muito positivo. Então agora trazemos o conteúdo novamente para vocês, que querem saber mais sobre o que achamos do Draft!

Você pode ler a narração e nossos comentários em tempo real através desse endereço, é só clicar no "Ver mais lances" ao final da página para abrir todo o arquivo.

E, agora, trazemos a vocês a nossa Mesa Redonda e nossas análises e opiniões sobre o Draft, cortesia da L!TV!

Espero que gostem, e obrigado a todos que acompanharam e fizeram dessa empreitada um sucesso!!


quinta-feira, 18 de junho de 2015

NOVIDADE IMPORTANTE e Mock Draft 2.0 - Knicks escolhem Winslow

"Eu fui escolhido logo pelo KNICKS?!"


Agora que acabaram as excelentes Finais da NBA - você pode escutar nosso podcast, o Hack-a-Cast, sobre as Finais clicando aqui - é hora de voltar a nos concentrar no que vem pela frente: o Draft da NBA. É para isso que estamos fazendo essa série de Mock Drafts, que deve continuar até dia 25.

E, por falar em Draft da NBA, eu tenho uma excelente e importante notícia para vocês!!

Dia 25 a noite, me juntarei aos grandes Denis Botana e Danilo Silvestre, do Bola Presa, ao Luis Araújo e ao Lucas Pastore para comentar o Draft da NBA, ao vivo, pelo portal online do jornal Lance!!

Isso ai que você leu - na noite do Draft, nós cinco estaremos comentando o que acontecer no recrutamento da NBA. No site, o Lucas vai "narrar" por escrito tudo que for acontecendo no Draft, e eu, o Luis, o Danilo e o Denis vamos fazer nosso comentários em torno disso. Comentarmos as escolhas, as movimentações, as trocas e tudo de bom que for acontecendo, em tempo real. Ao final do Draft, ainda gravaremos uma mesa redonda que vai ser transmitida pela Lance!TV, e que deve estar disponível já sexta feira em formato de vídeo.

É uma oportunidade muito legal para acompanhar o evento - que não será transmitido no Brasil - e ainda se beneficiar de um bom conteúdo. Além disso, é ótimo ver um portal importante do jornalismo esportivo brasileiro tomando uma iniciativa dessas, e uma oportunidade excelente para os fãs do esporte mostrarem que apoiam e essas medidas. Um grande sucesso da empreitada pode incentivar futuros eventos como esse e ainda mais atenção ao esporte que tanto gostamos, então estamos contando com vocês para transformar isso em um grande sucesso!

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Então já que o Draft é o assunto do momento, nada melhor do que continuar nossa série de Mock Drafts para preparar todo mundo para a grande noite, certo?

Semana passada, começamos uma nova série sobre o Draft da NBA (clique no link para mais detalhes). A idéia era fazer vários Mock Drafts, mas com um twist um pouco diferente: explorar diferentes cenários. Muitas escolhas possuem várias opções viáveis, múltiplas direções que podem ser seguidas, e isso tem um enorme efeito dominó ao longo do Draft.  Uma escolha diferente significa um leque novo de opções para as escolhas abaixo, e muitas vezes isso leva a muitas mudanças importantes. 

Então a idéia era, ao invés de se ater só aos palpites, analisar como esse Mock Draft se desenrolaria em diferentes cenários, sob diferentes condições. Cada uma das colunas dessa série se baseia em uma "regra" inicial. Se você quer ver como eu projeto um Mock Draft livre e desimpedido, você pode simplesmente clicar aqui para ver meu Mock "oficial"

Nosso primeiro post começou do seguinte cenário: Los Angeles Lakers decidem não escolher Jahlil Okafor. Então agora, vamos avançar para o segundo cenário da série:

O Knicks escolhe Justise Winslow com sua escolha

E vai ser a partir disso que vamos construir nosso novo Mock Draft. A verdade é que o Knicks, caso Emmanuel Mudiay seja quem caia para eles na escolha #4, enfrenta um dilema complicado. Mudiay é considerado em geral o melhor jogador disponível (alguns tem Kristaps Porzingis na sua frente), mas não é um bom encaixe no esquema tático que o Knicks está querendo implementar, e para um time tão focado em vencer no curto prazo, isso pode pesar. Caso Mudiay não seja a escolha, boatos já associaram o Knicks com diversos jogadores, como Kristaps Porzingis, Justise Winslow e Willie Cauley-Stein, e todos podem valer essa seleção.

Então porque Winslow nesse cenário? Por ser o único dos três que realmente muda o Draft no longo prazo em relação ao nosso primeiro cenário. Caso Porzingis ou Stein seja selecionado aqui, a meu ver, o Top6 continua sendo exatamente o mesmo do primeiro cenário e, portanto, o desenvolvimento  das outras escolhas também. Se o Knicks escolhe Porzingis, então Magic fica com Stein, e o Kings, Mudiay. Se o Knicks pegar Stein, Magic pegaria Porzingis e o Kings ainda fica com Mudiay. A única coisa que muda é a ordem dessas três escolhas, com o resto ficando igual. No caso de Winslow? Ai a coisa fica realmente interessante, e por isso é nessa direção que vamos caminhar. É possível que o Magic escolhesse Hezonja sobre Stein se o Knicks pegasse Porzingis, mas... bom, vamos escolher um e seguir em frente.

Então hora de ver como exatamente nosso Mock Draft ficaria com essa mudança.


#1 Pick - Minnesota Timberwolves
Karl-Anthony Towns, PF/C
De novo, essa pick provavelmente não vai mudar em nenhum dos Mock Drafts dessa série. Supostamente, Flip Saunders adora Okafor e tem o ex-pivô de Duke como seu #1, mas não é unânime na organização, e eu não consigo enxergar um cenário onde Towns não seja a escolha do Wolves. O encaixe é perfeito demais. Minny tem uma base jovem e atlética, com muitos jogadores que podem ser devastadores (a seu tempo) com um ritmo de jogo acelerado - Rubio, Wiggins, LaVine, Bennett, Dieng, etc. Por outro lado, a defesa do time é sofrível, e precisa de um protetor de aro. E caso o time esteja já com intenções de voltar a competir no curto prazo, Towns é um bom complemento tanto a Dieng como a Petkovic, e trás um alivio imediato na defesa.

Nesse cenário, e francamente em qualquer outro, Towns é a escolha perfeita para o Wolves, um bom defensor e shot blocker que não precisa tanto da bola nas mãos no ataque, pode acompanhar o time na correria e talvez até jogar mais fora do garrafão no ataque. Esse Draft não tem uma clara estrela, e Towns não é elite em nenhum aspecto de seu jogo versátil, mas essa é a vantagem do Wolves - eles já tem uma estrela (Wiggins), e agora precisam do complemento ideal para fazer seu time crescer. É um casamento bom demais para o Wolves ignorar, complementa melhor a base do time, e acho que Towns é quem mais faz sentido - de longe - com essa escolha. Ele fica aqui, por enquanto. 


#2 Pick - Los Angeles Lakers
Jahlil Okafor, C
Eu ainda acho que Okafor é a escolha para o Lakers. A maior parte das críticas ao pivô cercam em torno da sua defesa, que não foi das melhores em Duke, mas talvez ainda mais, ao seu estilo de jogo. A NBA de hoje favorece jogadores versáteis, e big men capazes de sair do garrafão e abrir a quadra de um lado e defender bem do outro. Basicamente, o que Towns é, e em contraste, muita gente tem criticado o estilo de jogo de Okafor.

Por outro lado, Okafor é uma força da natureza no ataque. Eu nunca vi um jogador da sua idade tão avançado e refinado no garrafão, e jogadores do seu tamanho e porte físico não deveriam ser capazes de se mover com tanta fluidez e agilidade. Seu repertório de jogadas no post é imenso, forçando ajustes e marcações duplas, e Okafor também é um fantástico passador, achando jogadores livres e movimentando o ataque quando sente a dobra. Sua defesa não é boa, mas o esquema tático de Duke não o favorecia (sem falar que, sendo a base de todo o ataque, não podia ficar em problema de faltas ou gastar energia demais), e ele tem a envergadura e o tamanho para conseguir se desenvolver em um decente protetor de aro.

Então é, Okafor tem suas falhas, não é um ótimo encaixe ao lado de Julius Randle, e tudo mais. Mas seu jogo no post é melhor do que qualquer aspecto de qualquer outro prospecto dessa lista, o tipo de habilidade fora da curva (eu acho engraçado que alguns modelos analíticos não tem Okafor tão alto porque tentam "ajustar" alguns dos seus números absurdos como se fossem outliers) que pode carregar sozinho um ataque (pense Boogie Cousins ou Big Al). No final do dia, ele é o segundo melhor jogador desse Draft, e se tem um time que na década passada se aproveitou do valor de ter um post scorer de elite, é o Lakers. Pra mim é a escolha certa.


#3 Pick - Philadelphia 76ers
D'Angelo Russell, PG/SG
Rumores recentes ligam o Philadelphia 76ers ao pivô lituano Kristaps Porzingis, e considerando a abordagem do GM Sam Hinkie de ir sempre atrás do melhor jogador e valor disponível - e ainda mais considerando as tristes notícias sobre a recuperação de Joel Embiid - eu não ficaria surpreso de todo se o Sixers pegasse Porzingis aqui mesmo com Embiid e Nerlens Noel já na equipe. Mas draftar bons jogadores é só o primeiro passo - desenvolvê-los é o segundo, e isso fica difícil quando seu time é horrível. O ataque é uma bagunça, nenhum jogador consegue ter liberdade para evoluir, então Russell - um combo guard que joga como armador e é o melhor passador do Draft - seria um bom encaixe. Russell é um ótimo arremessador e criador (para si e para os companheiros), e daria o boost ofensivo que esse time tanto precisa para continuar sua evolução tanto com os arremessos, como criando jogadas. Alguns questionam Russell por ter uma capacidade física um pouco limitada, tendo dificuldades para finalizar perto do aro, ele trás coisas demais para quadra para se ignorar. Eu acho particularmente interessante que muitos modelos analíticos colocam Russell como o jogador com maior chance de ser um bust E maior chance de ser uma superestrela desse Draft.


#4 Pick - New York Knicks 
Justise Winslow, SF
Então esse é o nosso cenário de hoje, com o Knicks - que provavelmente escolheria aqui entre Winslow, Stein, Mudiay e Porzingis - optando por selecionar o SF. É uma escolha possível, e uma que eu acho que faz sentido, adicionando atleticismo e capacidade defensiva para um time que sofre com as duas coisas atualmente. A chegada de Winslow também pode acabar empurrando Melo para jogar mais de PF, onde eu particularmente acho ele mais eficiente. Ofensivamente, Winslow tem suas limitações, mas é alguém capaz de fazer um pouco de tudo, e defensivamente, ele seria uma grande ajuda imediata para o terceiro pior time defensivo de 2014. Seria uma ótima contribuição, e o fato de Iguodala - uma comparação frequente para Winslow - ter acabado de ganhar MVP das Finais pode ajudar seu valor.


#5 Pick - Orlando Magic
Kristaps Porzingis, PF/C
Nada muda aqui. Porzingis é o jogador perfeito para o Magic, um jogador de garrafão atlético capaz de arremessar de fora (de longe o que Orlando mais precisa), correr em transição, e possivelmente até proteger o aro em certas doses. É o cara que caiu do céu para resolver os mais graves problemas de um time talentoso que simplesmente não se encaixa. E não é como se fosse um jogador menor - apesar de menos conhecido por jogar na Europa, muitos analistas e observadores adoram Porzingis e defendem que ele poderia competir pela escolha #1 se tivesse mais exposição nos EUA. É uma ótima escolha aqui e o jogador que pode finalmente fazer o Magic render. Willie Cauley-Stein também seria uma opção, especialmente se Porzingis já tivesse sido selecionado, mas o lituano tem bem mais potencial e é um encaixe ofensivo melhor para a equipe.


#6 Pick - Sacramento Kings
Emmanuel Mudiay, PG
O Kings estupidamente pegou Sauce Castillo (AKA Nik Stauskas) ano passado quando poderia ter escolhido Noah Vonleh (eu ainda acredito!) ou Elfrid Payton, e provavelmente hoje se arrepende. Então com Mudiay caindo até aqui, o armador talvez seja tentador demais para deixar passar. O favorito do Kings parece ser Willie Cauley-Stein, então não seria uma decisão fácil entre os dois, mas Mudiay é bom demais em uma posição que o time está tentando acertar faz muito tempo. Eu adoro Stein, mas acho Mudiay melhor, e no médio prazo acho que o armador tem mais a oferecer ao time. Não acho que tenha chances de Mudiay passar pelo Kings.


#7 Pick - Denver Nuggets
Mario Hezonja, SG/SF
O Nuggets está em uma posição perfeita, já que eu não consigo enxergar um cenário onde um do quarteto Winslow-Hezonja-Mudiay-Porzingis não caia até aqui, e todos seriam um encaixe perfeito na equipe. Na verdade, qualquer bom jogador de basquete seria um encaixe nesse time que, hoje, está uma bagunça completa e tentando trocar (por enquanto sem sucesso) Lawson e Faried. Enquanto eu acho que o Nuggets preferiria Winslow, Hezonja não é uma má segunda opção. O croata é um dos meus favoritos desse Draft, um ala extremamente atlético com imenso potencial capaz de arremessar a bola em altíssimo nível. Algumas pessoas podem dizer que o Nuggets pegou outro SG ano passado em Gary Harris, mas Hezonja também pode jogar de SF e, francamente, é um talento grande demais pra ignorar a esse ponto por "encaixe". Boa escolha pro Nuggets. Fiquem de olho também no Nuggets tentando uma troca para adquirir uma secunda escolha de Draft, com vários veteranos interessantes e um time em reconstrução.


#8 Pick - Detroit Pistons
Stanley Johnson, SF
Detroit precisa de arremessadores para colocar ao redor do pick and roll de Andre Drummond, e executar melhor o plano de jogo favorito do técnico Stan Van Gundy. Ainda tem alguns bons arremessadores disponíveis aqui, como Booker ou Kelly Oubre, mas para o Pistons ainda acho que os melhores valores estão em outra direção. Stanley Johnson não é um cara de enorme potencial, mas é um jogador bem faz-de-tudo dos dois lados da quadra, entra na posição de maior necessidade da franquia, e tem um arremesso de fora bom o suficiente para manter o esquema de jogo funcionando. E, talvez mais importante, é alguém bastante avançado (fisico e tecnicamente) e pronto para contribuir imediatamente para um time como o Pistons, que pretende brigar por uma vaga nos playoffs o quanto antes. Boatos dizem que o Pistons também gosta bastante de Sam Dekker, mas me parece um pouco cedo demais para ele.


#9 Pick - Charlotte Hornets
Devin Booker, SG
O problema com esse cenário: o Hornets não pegaria Willie Cauley-Stein aqui, já tendo gasto 3 das suas últimas 4 escolhas de Draft em jogadores de garrafão (Zeller, Biyombo e Vonleh), tendo Al Jefferson como sua "estrela", e tendo acabado de trocar por Spencer Hawes. Mas, com Stein disponível aqui, eu imagino que times como o Celtics, por exemplo, bombardeariam Charlotte com ofertas de troca para subir no Draft atrás do pivô. Boatos dizem que o Hornets gosta muito de RJ Hunter e, sendo absurdo escolhê-lo no #9, estariam dispostos a uma troca para descer no Draft. O Celtics tem uma boa escolha para pegar Hunter (#16) e um batalhão de escolhas extras, inclusive uma ainda esse ano (#28). Em geral eu não gosto de incluir trocas em Mock Drafts, então não farei isso agora, mas imagino que algum time subiria até aqui - algo que, aliás, eu não ficaria chocado se acontecesse mesmo sem Stein disponível.

Mantendo a pick, ainda acho que a escolha seria Devin Booker, talvez o melhor arremessador de longa distância do Draft. Booker não é exatamente uma escolha com enorme potencial que chama muito a atenção, mas é o tipo de jogador seguro que pode fazer muita diferença: é um bom defensor, excelente arremessando de três, e um jogador muito inteligente que sempre sabe o que ir e o que fazer, tomando boas decisões. Pense em Danny Green. E não é como se Booker não tivesse potencial - o SG teve um papel muito secundário que limitou suas atuações em um time muito talentoso de Kentucky, mas é o jogador mais jovem do Draft e sua capacidade atlética tem se mostrado melhor do que o esperado. Uma boa e segura escolha que faz sentido para o Hornets, que precisa de arremessos de fora, jogadores inteligentes e quer resultados no curto prazo. 


#10 Pick - Miami Heat
Sam Dekker, SF
Miami é outra ameaça para trocar essa escolha em busca de veteranos já estabelecidos que possam contribuir mais no curto prazo (olho no Nuggets). Mas, mantendo a escolha, imagino que a idéia do time não fugirá disso - ir atrás de jogadores mais prontos para contribuir no curto prazo. Stein é uma opção, mas a necessidade no perímetro é bem maior para Miami, e supostamente o time adora Dekker. E seria um bom encaixe - Dekker é um jogador atlético e versátil capaz de fazer um pouco de tudo, que tem experiência (três anos em Wisconsin) e alguns ainda acham que o ala tem espaço para crescer depois de jogar em um esquema tático restritivo no college. Talvez um pouco cedo para Dekker, mas é um bom jogador e um bom encaixe. Também consigo ver Miami indo atrás de Stein ou Kaminsky caso prefira ajuda para o garrafão, ou mesmo Kelly Oubre se preferir pensar mais no longo prazo.


#11 Pick - Indiana Pacers
Willie Cauley-Stein, C
Muitos indicadores fortes de que Indiana está querendo se livrar de Roy Hibbert para reformular seu time, e se existe um time que sabe os benefícios defensivos de ter um grande pivô defensivo, é o Pacers. Então Stein, que caiu no colo do time, seria o perfeito substituto para fazer parte do novo Indiana Pacers, um defensor de garrafão igualmente dominante, mas muito mais versátil e atlético fora dele que da ao time muito mais opções. Essa escolha ainda depende um pouco do Pacers conseguir ou não trocar Hibbert, mas acho que considerando a vontade do time e o valor disponível, Stein seria tentador demais para deixar passar aqui e pode fazer o Pacers voltar rapidamente a ser uma força no Leste.


#12 Pick - Utah Jazz
Myles Turner, PF/C
Utah não tem pressa nem uma posição de grande necessidade, e pode pegar o melhor jogador disponível. Mas essa escolha faria o GM do time se dar um high five. Myles Turner tem consideráveis riscos, e seu jogo ainda cru pode fazê-lo cair ainda mais em um Draft onde os times na região 8-11 estão interessados em reforçar seus times para competir no curto prazo. Mas Turner é um ótimo encaixe em Utah (que tem feito ótimo trabalho desenvolvendo jogadores de garrafão) e se conseguir realizar o potencial imenso de Turner, ele é o jogador perfeito para a equipe, um excelente defensor e protetor de aro (que vai ajudar ainda mais a defesa de elite do Jazz) que também tem um bom jogo de perímetro e arremesso de fora no ataque, abrindo a quadra de um time que as vezes congestiona demais o garrafão e sofre para  pontuar. Encaixe perfeito tanto para o time como para o jogador. Se quiserem alguém mais pronto para competir no curto prazo, Kaminsky também é uma boa opção, que trás a mesma versatilidade ofensiva, sem os benefícios defensivos (mas também sem o risco).


#13 Pick - Phoenix Suns
Kelly Oubre, SG/SF
Considerando que Oubre (um jogador cru de personalidade difícil) não seja um bust completo, seu pior cenário é basicamente uma versão melhorada do Gerald Green, um jogador muito atlético e com bom arremesso de fora, mas com potencial de ser um bom defensor também. Um cara 3-and-D muito atlético, que se encaixaria perfeitamente no jogo veloz e de bolas longas do Suns. Mas Oubre também apresenta enorme potencial para se tornar algo a mais, e esse é um atrativo extra para um bom time sem estrelas como o Suns. Phoenix pode usar tanto a versão 3-and-D de Oubre, como sua versão que deu certo e realizou todo seu potencial.


#14 Pick - Oklahoma City Thunder
Cameron Payne, PG
Desde o começo, Payne parece ser a primeira opção do Thunder nesse Draft, e embora seja possível que algum time pegue-o antes pelo valor de mercado que ele tem no momento, a falta de um encaixe claro nas últimas escolhas fez com que o PG caísse até aqui. Não sei se é minha opção favorita para OKC, que poderia usar um jogador mais avançado e mais complementar a Westbrook e Durant, já que Payne é um armador puro ainda em desenvolvimento que rende mais com a bola nas mãos. Mas pode fazer Westbrook jogar um pouco mais de SG, comandar o time quando o armador descansa, e acertar suas bolas de fora para espaçar um pouco a quadra. E, de novo, é o jogador que eles parecem mais gostar desde o princípio. Também acho possível que o Thunder busque trocar a escolha por algum jogador estabelecido.


#15 Pick - Atlanta Hawks
Frank Kaminsky, PF/C
Nos playoffs, a série contra Cleveland mostrou as limitações dos pivôs reservas do Hawks. Muscala não saiu do banco (não sei direito por que diabos), Mike Scott e Pero Antic foram um desastre, e o time caiu demais de produção quando algum titular teve que descansar. Embora o perímetro seja uma necessidade maior, os melhores jogadores disponíveis são armadores ou de garrafão, então Kaminsky faz bastante sentido, um jogador extremamente versátil e atlético que se encaixa muito bem no jogo inteligente de Atlanta.

Frank the Tank não é muito atlético e alguns dizem que seu potencial é limitado, mas se você ainda tem dúvidas da capacidade de Kaminsky de produzir contra jogadores de nível NBA, é só olhar sua sequência final de jogos no torneio da NCAA, onde dominou em jogos seguidos Arizona (liderada pela #8 pick Stanley Johnson), Kentucky (Towns e WCS) e Duke (Okafor e Winslow), com 23-10 e 50% FG de médias nesses jogo. Uma das mais dominants sequências de basquete dessa temporada, ainda mais considerando os adversários. Kaminsky é muito bom, e seus arremessos longos, habilidade nos passes e versatilidade no ataque cairiam muito bem nesse time.


#16 Pick - Boston Celtics
Trey Lyles, PF
A meu ver, as chances que Boston acabe escolhendo no #16 mesmo são pequenas - o time está bastante investido em subir no Draft, e vários times parecem dispostos a trocar suas escolhas. Então é bem provável que toda essa dura especulação sobre a escolha #16 não dê em nada.

Dito isso, eu acho que, ficando aqui, o Celtics tem duas opções principais: Trey Lyles, ou Kevon Looney. Eu particularmente prefiro Looney. Lyles é um PF que gosta de jogar fora do garrafão e não ajuda muito na defesa, sem tanto potencial, e Boston já andou investindo muito - sem grandes sucessos - nesse tipo de jogador. Looney, por outro lado, oferece muito mais potencial, embora seja ainda mais cru. Ainda acho que, com mais workouts e caso sua ficha médica venha limpa, Looney vai subir o suficiente no Draft para justificar essa escolha. Mas o consenso no momento é que Lyles é o melhor jogador, e Boston iria atrás do talento. Lyles também oferece uma ajuda imediata, ao contrário de Looney, e Danny Ainge parece investido em continuar indo aos playoffs no curto prazo. Seu jogo inteligente e versátil ofensivamente se encaixa bem no esquema tático da equipe.

Meu feeling ainda é Looney, para ser sincero. Mas até para mudar um pouco as coisas em relação ao Mock Draft anterior, vamos de Lyles por enquanto. 


#17 Pick - Milwaukee Bucks
Bobby Portis, PF/C
Eu acho que Bobby Portis é a escolha óbvia aqui - Milwaukee acabou de trocar seu PF titular (Illyasova), perdeu Larry Sanders no meio da temporada, e precisa muito de uma alternativa no garrafão. Portis é um bom encaixe, um cara grande e de braços longos (percebeu o padrão aqui?) que faz de tudo um pouco, uma habilidade cada bem mais valorizada na NBA - pega rebotes, defende o garrafão, arremessa de meia distância, etc. É um bom encaixe, e talvez na posição de maior necessidade da equipe.

Mas o feeling está forte de que existe uma outra excelente opção aqui - Rashad Vaughn. O SG de UNLV também encaixa em uma necessidade imediata, adicionando um SG (que, alguns acham, pode jogar de PG) com ótimo arremesso e enorme potencial a um time que, apesar da boa defesa, sofreu muito para pontuar ano passado. Vaughn traria versatilidade e espaçamento a um time que valoriza a primeira e precisa da segunda. Eu pessoalmente acho Vaughn uma escolha ainda melhor do que Portis para o Bucks. Por enquanto, ficamos com Portis, a escolha mais "segura", mas estou sentindo que Vaughn pode ser a escolha.

Em tempo, muitos boatos de que o PF Jarrell Martin, de LSU, desmarcou alguns treinos particulares com times por já ter uma promessa de escolha por um time na metade da primeira rodada. Não se sabe qual time é esse, embora Milwaukee tenha sido um dos nomes especulados. Eu não vejo isso acontecendo, até porque Martin joga na mesma posição de Giannis e Jabari (SF/PF), mas vale citar.


#18 Pick - Houston Rockets
Tyus Jones, PG
Não é segredo nenhum que Houston precisa urgentemente de reforços na armação para ajudar a aliviar a carga de James Harden, e a equipe está apaixonada por Tyus Jones, o Most Outstanding Player do último Final Four. Sugestivamente, o PG supostamente se "machucou" depois do seu workout com o Rockets e cancelou outros treinos que tinha marcado, levando alguns a especular que o Rockets prometeu ao armador alguma coisa. Embora seja só especulação, é uma que faz bastante sentido tanto para o jogador como para o time, e o interesse parece ser mútuo. Ficaria surpreso se, caso Jones esteja disponível aqui, ele não seja a escolha.


#19 Pick - Washington Wizards
Kevon Looney, PF
Washington precisa de um PF no seu elenco, e com Lyles e Portis fora da lista, Looney é a melhor opção disponível. De novo, Looney é bastante cru e um pouco longe de contribuir imediatamente, mas tem enorme potencial, e seria uma boa adição a um time jovem com boas perspectivas de longo prazo. Looney pode ser o ala de força versátil que o time tanto quer, capaz de jogar dentro e fora do garrafão e pegar rebotes adoidado. É um risco, mas no #19, é o melhor que o Wizards vai conseguir nesse cenário (Portis, a meu ver, seria o ideal) e preenche uma grande necessidade.


#20 Pick - Toronto Raptors
Rashad Vaughn, SG/SF
Vaughn tem subido loucamente nos Mock Drafts recentes, e como eu disse, acho bastante possível que Milwaukee acabe mordendo no garoto com sua escolha. Rasada Vaughn é muito jovem e um pouco cru, mas tem se mostrado um excelente  arremessador, e surpreendeu recentemente com sua explosão e capacidade atacando a cesta. Alguns até acham que pode jogar de PG por alguns momentos do jogo. Uma outra escolha possível aqui seria Rondae Hollis-Jefferson, um excelente defensor que alguns times (e eu) adoram, e cuja defesa seria uma boa adição ao Raptors. Mas Masai Uriji gosta de jogadores com grande potencial, e não sei se vê seu time tão bem assim para ir atrás de uma solução de curto prazo. Vaughn é a escolha de maior potencial, e é isso que o Raptors tem buscado.

Aliás, o Raptors é outro time especulado para ter feito a promessa de escolha a Jarrell Martin. 


#21 Pick - Dallas Mavericks
Jerian Grant, PG/SG
A maior necessidade de Dallas no momento é um armador, e com Dirk envelhecendo, de preferência um capaz de ajudar e contribuir logo no curto prazo. Grant é o melhor disponível e, a meu ver, um perfeito encaixe - Grant é excelente no pick and roll, mas também é muito bom jogando fora da bola e complementando as funções de quem estiver com ela, duas habilidades muito importantes para o esquema ofensivo do Mavericks. Grant também tem o físico e tamanho para jogar de SG se necessário, e sua versatilidade cairia bem em um time se reformulando rapidamente. Delon Wright, o outro PG disponível, também seria uma opção. 


#22 Pick - Chicago Bulls
RJ Hunter, SG/SF
Chicago pode ir atrás de um PG também, com os eternos problemas de Rose e as opções problemáticas vindas do banco. Mas a única boa opção aqui parece ser Delon Wright, e Hunter é um jogador mais bem cotado. Chicago pode perder Mike Dunleavy na offseason e precisa de um substituto (e profundidade) para a posição, e RJ Hunter é um excelente arremessador - algo que o novo técnico Fred Hoiberg preza, e muito. Me parece que aqui fica entre Delon Wright e ajuda para o perímetro, e Hunter é o melhor jogador disponível também. Não é uma decisão fácil.


#23 Pick - Portland Trail Blazers
Rondae Hollis-Jefferson, SG/SF
Um dos meus jogadores favoritos do Draft, Jefferson está a um jumper decente de ser uma escolha de loteria. Aliás, mesmo sem um jumper decente, já tem times na casa dos 15-20 olhando atentamente para RHJ. Depois de Cauley-Stein, que é uma aberração da natureza, Hollis-Jefferson é o melhor defensor de perímetro desse Draft, um jogador muito inteligente e físico capaz de preencher diversas lacunas e marcar três ou quatro posições. Portland precisa de proteção caso perca Wes Matthews, e mesmo caso não o perca, Jefferson ainda tem muito a oferecer vindo do banco e dando apoio a Matthews (vindo de uma lesão séria) e Batum (inconsistente em 2015). Excelente jogador, inteligente e ótimo marcador, o tipo de jogador que todo time gostaria de ter. RJ Hunter ou Rashad Vaughn, se caíssem até aqui, também seriam boas opções.


#24 Pick - Cleveland Cavaliers
Delon Wright, PG
Essa escolha é uma história engraçada. Originalmente, nos primeiros Mocks, eu tinha o Cavs pegando Delon Wright para ser seu armador reserva... até que Dellavedova jogou muito bem na ausência de Irving contra Atlanta e (nos primeiros jogos) Golden State, eu me conformei que Cleveland não precisava de outro armador, e mudei a escolha para Justin Anderson, adicionando profundidade ao perímetro. No entanto, depois de ver o quão mal Delly jogou nos jogos decisivos das Finais, e considerando a delicada situação salarial do Cavaliers, me parece que o time não vai estar muito afim de pagar muito dinheiro para manter o australiano na cidade. E considerando as restrições salariais da equipe (que tornam mais difíceis para o time trazer um bom PG reserva na free agency) e as recorrentes lesões do Kyrie Irving (que aumentam a necessidade de um armador reserva), o Draft me parece o melhor caminho para resolver essa questão. Então a escolha volta a ser Delon Wright, um veterano bem próximo de contribuir logo em sua primeira temporada. Alguém mais também pensou em Norris Cole no Heat como paralelo aqui?


#25 - Memphis Grizzlies
Justin Anderson, SG/SF
Memphis está no seu melhor quando consegue jogar a bola no garrafão e simplesmente ser mais forte que os adversários, mas na NBA moderna, pra você fazer isso eficientemente precisa ser capaz de espaçar a quadra com arremessos de fora. Então Justin Anderson seria uma boa adição aqui, um jogador muito atlético que arremessou 45% de três pontos na sua última temporada na NCAA. Estou cético que Anderson - que arremessou apenas 30% de 3PT nas duas temporadas anterior - vá manter esses números, mas a essa altura do Draft, é uma boa aposta. Acho um bom encaixe para Memphis, e se as bolas longas se mantiverem quentes, Anderson pode ser o steal do Draft.


#26 - San Antonio Spurs
Montrezl Harrell, PF
San Antonio provavelmente iria adorar que Vaughn caísse até aqui, mas o SG de UNLV tem subido rápido demais para isso. Caso a pressão por um SG seja muito grande (lembrando que Danny Green é free agent e Ginobili pode aposentar), o Spurs pode ir atrás de Joseph Young, um sleeper particular meu. Não me surpreenderia. Mas San Antonio também precisa ficar mais atlético e profundo no garrafão, e Harrell é uma bola de energia muito atlética para vir do banco, dando a energia, rebotes e atleticismo que o Spurs não tem hoje tirando Kawhi Leonard. E se tem uma organização para tirar o máximo de Harrell, um talento um pouco decepcionante pela sua trajetória até aqui, é o Spurs. Bom encaixe para ambos.


#27 Pick - Los Angeles Lakers
Joseph Young, SG
Eu particularmente gosto bastante de Young, um SG capaz de arremessar muito bem de fora e até criar seu próprio arremesso. Young e suas bolas longas formariam uma boa dupla com Jordan Clarkson, e considerando o quanto o Lakers tem dificuldade para espaçar a quadra, seria uma ajuda bastante útil. Golden State lembrou todo mundo da necessidade de reconstruir pelo Draft, e um veterano como Young pode ajudar o Lakers nos seus planos de competir no curto prazo.


#28 Pick - Boston Celtics
Chris McCullough, PF
Boston precisa de um protetor de aro e defensor de garrafão urgentemente, e McCullough teria sido uma possível escolha de loteria se não estourasse o joelho na última temporada. Jarrell Martin é uma outra boa opção atlética para o garrafão, mas McCullough tem maior potencial e tem chance de retornar um valor maior no longo prazo, um jogador longo e atlético que promete muito como shot blocker. Boston tem paciência e já mostrou no passado que está disposto a apostar em talentos crus de grande potencial, e McCullough seria uma excelente adição ao time em caso de sucesso.


#29 Pick - Brooklyn Nets
Jarrell Martin, PF
Para quem não leu, repetindo: Martin supostamente tem uma promessa de escolha de um time no meio da primeira rodada. É a informação divulgada, e explicaria os treinos que ele andou cancelando por ai. Então é bem possível que o ala de força saia bem antes dessa escolha, e estamos especulando inutilmente.

Ainda assim, eu tive dificuldades para encaixar o Martin nessa região - em parte porque ele simplesmente não é bom o suficiente para isso, a meu ver. Toronto e Milwaukee são os mais especulados (Washington faria sentido, mas foi com o Wizards o treino cancelado), mas ambos teriam opções bem melhores disponíveis nas suas escolhas, e como eu disse, não sou muito fã do jogador. Então ele acaba saindo aqui, porque o Nets precisa de talento... e ele é um talento então... yeah, é o Nets. Esse vamos ter que esperar para ver.


#30 Pick - Golden State Warriors
Tyler Harvey, PG/SG
Sendo os atuais campeões, eu não acho que a torcida esteja lá muito preocupada com o Draft. Essa é a vantagem de terminar uma das mais dominants temporadas da história da NBA com um título. Então tem isso.

Mas o Warriors ainda tem essa escolha e, se existe um time que sabe o valor de achar bons jogadores no final da primeira rodada/começo da segunda (uma pick #30 virou Festus Ezeli, uma pick #35 virou  Draymond Green, uma #40 virou Monta Ellis, que virou Andrew Bogut...), é o Warriors. Com a possível saída de Lee e Leandrinho, um SG arremessador e um ala de força reserva se tornam as principais necessidades da equipe. GSW pode ir em qualquer direção aqui, e é bem possível que seja o Warriors a arriscar em jogadores talentosos mas problemáticos de garrafão como Christian Wood ou Robert Upshaw. Ainda assim, eu aposto em Harvey aqui - mesmo antes da possível saída de Leandrinho, a verdade é que o Warriors já sentia falta de arremessos de fora vindos do banco. Livingston e Iguodala não são grandes arremessadores (Livingston simplesmente nem tenta), e o Warriors sentiu muita falta de uma opção nas bolas longas quando Curry ou Klay Thompson tinham que sentar. Harvey é um dos melhores arremessares desse Draft (43% no College em um número muito alto de tentativas), e recebe comparações com, é claro, um jovem Stephen Curry. Anthony Brown seria outra opção com Young fora, mas acho que a capacidade de Harvey de jogar de PG e seu melhor repertório com a bola nas mãos fazem dele um encaixe mais adequado ao Warriors, além de ter maior potencial.


Bônus: Brasileiros no Draft
Em tempo, considerando a quantidade de pessoas que pergunta sobre o assunto, vale esclarecer: esse ano, muito dificilmente teremos um brasileiro sendo selecionado no Draft. Os jogadores brasileiros mais bem cotados eram os armadores George Lucas de Paula, que estava muito bem cotado pelos analistas e tinha uma altíssima probabilidade de ser selecionado na segunda rodada (alguns até tinham o brasileiro como possível escolha de final de primeira rodada), e Danilo Fuzaro, um nome menos conhecido do público mas muito elogiado por alguns olheiros. No entanto, ambos retiraram seu nome da lista do Draft pouco antes do limite para jogadores internacionais, assim como outros prospectos nacionais como Lucas Dias, Humberto Gomes e Danilo Siqueira. Esse é um procedimento comum para jogadores internacionais, se não sentem que tem um time na NBA interessado neles ou no seu desenvolvimento, permitindo que declarem ao Draft em uma data futura em situações mais "favoráveis". Nada que impeça que sejam draftados no futuro. Mas, em 2015, deixou o Brasil em situações muito improváveis de acabar com um jogador recrutado.

terça-feira, 3 de março de 2015

NBA Draft Day Stereotypes

Karl-Anthony Towns is excited about this column 



If you follow the NBA, you probably know that it’s a league that loves stereotypes. Fans, analysts, TV guys – they all love finding players that match certain labels, or criteria. This can happen in a lot of different ways: for instance, if a player’s level of performance is good enough, we start debating whether or not he is a “
star”, a “franchise player”, an “All-Star”, and so on. We want to give this player a label, so just by identifying to what “group” he belongs, we could automatically know how good this guys is. This also happens not because of the player’s level of performance, but because of his skill set. If it’s a tall guy that shoots a lot from the outside, he is a “stretch big” – even if he is not actually hitting those shots, as Andrea Bargnani taught us. If it’s a point guard that passes well and has a high number of assists, we might start calling him a “pure point guard”. You get the idea.


The NBA Draft is not immune to this.  While everyone knows that every prospect is unique in itself, with a particular personality, trajectory and skill set, we still like to find stereotypes to better understand and explain something that is, most of the time, so chaotic and uncertain as the NBA Draft. 

So let’s take a look at some of the most common stereotypes you will usually find in the pre-draft process, and see how they are represented in this year’s class. Starting with the most important one…

The Franchise-Changing Superstar
Examples: LeBron James; Kevin Durant; Anthony Davis



As the name suggests, it’s that kind of player that is just too good from the very beginning, capable of single-handedly changing a franchise’s fortune. It’s usually such an obvious choice that whoever is lucky enough to get one with a top pick doesn’t even get praised for doing it – while a franchise stupid enough to pass up on one of them will be mocked until the end of time.

Of course, there are two types of Franchise-changing Superstars. The ones we know about BEFORE the draft, and the ones we just find out about latter. Everyone knew in 2003 what LeBron James was. Same for Anthony Davis in 2011. But Dwyane Wade? It was a minor shock when Miami grabbed him with the 5th pick, and he became one of the greatest players of all time. No one knew beforehand. But we are talking of pre-draft process, so what matters most here are the players perceived as so before they actually have to play a single NBA minute. And yes, sometimes it’s as tricky as it sounds. Just ask Kevin Pritchard.

Who is it in the 2015 Draft? No one

There is no such player in this year’s draft. Of course, there are a lot of players with a high upside, and many guys that could become great NBA players in time. This is not to say this is a bad pool of talent. It’s just that, by looking at it today, this draft does not possess a sure-thing franchise player to turn a franchise around by himself. It has a lot of impactful players that could be important pieces of a good team, or a contender, but not that one that every bad team dreams of, the one that can change things around by himself in no time and justify a tanking process. Those players are exceedingly rare, and it’s very common to find a draft without any.


The Sure-Thing
Examples: Carmelo Anthony; Blake Griffin; John Wall


They may or may not have the potential to be a franchise-changing superstar, but usually what’s most attractive about the players in that stereotype is that they are advanced players, with a very concrete skill set that leaves almost no margin for error that they can succeed in the NBA. They are usually safe, low-risk picks. Of course, the idea is not that they are just players with a very high chance of being NBA players – they are players with a very high chance of being VERY GOOD NBA players.  


The sure-things not necessarily can’t be franchise-changing players eventually, just that they are not perceived as being instantly as dominant as the stereotype above, but also have a lot of attractiveness as prospects because of that high floor, that “can’t-miss” idea that you might not end up with a star, but you are almost guaranteed a very good player.

Who is it in the 2015 Draft? Jahlil Okafor

You will have trouble finding a college freshmen more advanced and polished than Okafor, and that’s the main reason why he’s been the consensus #1 pick since before the season began. For a 19-year old, he is a mind-blowing combination of physical strength, agility, fantastic footwork, and a very advanced array of post moves. College kids have no shot at defending him in the post (he is averaging 18 points a game shooting an impossible 66% from the field), and if the opponents overcommit to double-teams, he is also a fantastic passer who sees the floor well, and can move the ball to find open teammates for easy shots. Even if it’s somewhat of an old-school kind of game, it’s so good and advanced that it’s very easy to look at Okafor and see him succeeding at it in the NBA. 

Scouts don’t like Okafor’s defense, and question his upside because of his lack of explosiveness and elite athleticism. And those are fair critics, even if many believe (including myself) his defensive flaws are fixable and he can develop into a decent defender in the NBA level. But whoever drafts Okafor knows exactly what he is getting, and that is a very advanced post scorer who commands double teams all times, and can anchor an offense. And that’s a very attractive proposition.


The High-Upside Pick

Examples: Dwight Howard; DeMarcus Cousins; Derrick Favors; Hasheem Thabeet


Top prospects who are highly valued not because they already have an advanced, clear skill set, or a very high floor. They are valued because they have a lot of potential, an extremely dangerous word that you will hear a lot in the pre-draft process. They are players that still have some (or a lot) of room to grow before they can become real contributors, and even more before they can reach this so called potential, but if they do, they have a chance to be great stars, impactful players, even a franchise-changing star someday.  

Because they still have so much room to grow and depends on their potential, high-upside picks usually carries a high risk with them. Maybe it’s because of a very raw skill set, because of immaturity or character concerns, or some combination of both. How much risk they present is a determining factor on how good they are as prospects, because some have a much lower floor than others (Dwight Howard had a much higher floor than Hasheem Thabeet, for example). But those types of prospects usually follow the same path: they are not as good or as advanced as other prospects today, but if they can reach their potential, they have the chance to be truly great. 

Who is it in the 2015 Draft? Karl Anthony-Towns


Towns is Okafor’s opposite in terms of skill set, a rebounding and shot-blocking menace who’s also very raw in the offensive end. He has a very interesting game for a modern NBA big, someone who patrols the paint and protect the rim on defense, but can play in the perimeter on offense, unclogging the paint and opening up driving lanes. Towns has shown flashes of a nice perimeter game, with a nice jump shot and an outside-inside game, even if still raw. Players with this skill set are rare, and extremely valuable in today’s NBA.


While Towns is already a good rebounder and shot blocker in the NCAA, his offensive game is still a work in progress, with a lot of development ahead of him before it can truly contribute in a high level in the pros. But his floor is not very low because of his work on the other end, and although it’s lower than Okafor’s and he’s not nearly a sure think like Duke’s center, Towns’ upside is higher thanks to his athleticism, (potential) all-aroundness and a more NBA-friendly skill set - and because of it, the UK product is expected to contend for the #1 spot come draft day.




International Man of Mystery
Examples: Jonas Valanciunas, Andre Bargnani, Dante Exum and half of the 2014 Draft


International prospects who haven’t played in the US, so they remain a relative mystery for the general public until the end. It’s very tough to get an accurate reading on those players for many reason: there is much less video and data available on those guys (or at least it’s much harden to find), it’s tougher to watch the games… and also, frequently, because we have young European players declaring to the draft who are not developed enough to play major minutes on a good team in Europe for us to get a better reading on them. Some might be playing well on a small team in a small league (think Dario Saric), some may be playing limited minutes with huge per-minute numbers against opposing benches (Nurkic), some might be playing against much inferior competition (Exum), and some have a very difficult time getting on court for elite teams (Mario Hezonja – we’ll get to him). All those factors make it very difficult for people to know exactly what to expect of them – we know they are there, we know how they play, we know they are good… but we don’t know how good they really are.


Who is it in the 2015 Draft? Kristap Porzingis and Mario Hezonja

Porzingis and Hezonja are the only top prospects among this class of international players who are expected to declare for the 2015 Draft.

Porzingis is putting up nice per-36 numbers (17-8, 1.7 blocks) for Sevilla, in Spain, but is playing only 22 minutes a game. Porzingis is – or at least that’s what people who have seen him play a lot more than I did like to say – a nice combination of an athletic big man who can run the floor and protect the rim, but also has a nice shooting stroke on the offensive end, so that he can develop into a solid two-way big capable of stretching the floor – a highly valued piece in today’s NBA. The Latvian big still needs to add more strength and, as usual, is unclear how polished he already is, but I’ve seen a fair share of scouts claiming that, if Porzingis played in the NCAA, he’d be in the conversation for the #1 overall pick. Whether or not that is accurate remains to be seen.

Hezonja, on the other end, is an athletic wing that is having a tough time finding minutes off the bench on one of the best teams in Europe, Barcelona, so it’s the case where you scout what he has in terms of tools and skill, but it’s very tough to analyze his production. Hezonja is a very athletic player and skilled shooter (42% in 3PTs), who has great potential as a slasher because of that athleticism, and even as a defender, because of his long frame and quickness. But reports still paint him as raw, someone who would rather play with the ball on his hands than off the ball (as he probably will have to do more in the NBA), still inconsistent both in play and effort on both sides of the ball. And the bottom line is… we don’t really know. We know he has great potential, he is a great athlete and a good shooter… but we don’t know what he is right now. Of course, he will still probably be a Top12 pick based on upside alone.



The Fast Riser

Example: Joel Embiid; Victor Oladipo

It’s that player that, coming into the season, we all know is good… only he starts playing well, then keeps playing well, then some point of the season starts playing out of his freaking mind, and we are all forced to move him up the draft boards way higher than anyone anticipated. There is always one or two per season, but some are not relevant enough (like, jumping from the second round or the draft bubble to the late 1st round), while others grow into one of the top prospects in the draft. And the latter is when the said prospect gets really relevant from a stereotypes standpoint, and becomes a national storyline that you will see thrown around a lot.



Who is it in the 2015 Draft? D’Angelo Russell

Russell’s stock received a boost because this Draft is extremely rich in big men and swingmen, yet there are two things it sorely lacks: good guards, and outside shooting. So that scarcity alone would make Russell – a combo guard who’s a fantastic shooter – a valuable commodity.

But Russell also rises because of his fantastic play this season, leading a weak Ohio State squad while averaging 19-6-5 and shooting 42.4% from deep. Originally a shooting guard, Russell is a great creator and passer, and has handled the ball a lot for the Buckeyes – so much that many NBA teams started to see Russell as a point guard in the next level. Whether he is a point guard in the pros or not, he is still a very good guard capable of creating offense, running the point, and shooting the hell out of the ball. And he started the year playing great… and kept playing great, raising his game and looking genuinely unstoppable at times, to the point where he is already receiving genuine consideration as a Top3 pick, even as the #1 pick in some circles. He probably won’t get it, but with so many teams in the top of the draft (well, projected to be there) needing some shooting, and the scarcity of the PG position in this class, there is a genuine possibility he is the second or third player off the board come draft time. 



The Weird Path to the Draft
Examples: Brandon Jennings; PJ Hairston;

With the NBA sticking with it’s one-year eligibility rule and the one-and-done mentality that became predominant in the NCAA, the common path to the draft for a top prospect is for him to play one year in college before declaring to the NBA Draft. However, as the NCAA keeps creating difficulties with eligibility rules and other issues, some players recently started becoming creative in how to spend this year before declaring to the Draft. Brandon Jennings, claiming he wanted to get paid (and who could blame him?), played one year in Italy. PJ Hairston had off-court issues, became unable to play for North Carolina, and spent his last season in the D-League. New options open up every year. 

The problem this creates is the same as with international prospects. These guys may not be an unknown as big as European players, because most of them have played at some point in the US (usually high school) and were highly touted recruits. But it’s still hard to evaluate that final year when they are stuck playing against inferior competition and in inferior leagues than it’s peers, with much less media coverage and easy access to data, creating some uncertainty.


Who is it in the 2015 Draft? Emmanuel Mudiay


A highly regarded recruit that committed to Larry Brown’s SMU, Mudiay went to play in China when the NCAA started to create some eligibility issues that could have kept him off the floor for most of the season. Mudiay signed with the Guangdong Tigers, and played a few games before a leg injury sidelined him for a long time, with some claiming it was because the player’s camp didn’t want him to play more. Eventually, he returned to court when the Tigers were facing elimination in the playoffs, with a 0-2 disadvantage in a 5-game series (Guangdong won the game, and the Congolese prospect scored 22 points). He is averaging 18 points, 6 rebounds and 6 assists while shooting 50% from the floor. 

Then again, this is the same Chinese League where Stephon Marbury, Michael Beasley and Andray Blatche are stars, so we have to take all of this with a grain (or two, or ten) of salt. Still, Mudiay played enough to show off his skills (extremely physical and athletic, good feel for the point guard position, deadly attacking the basket off the pick and roll) to keep himself high on NBA team’s radars. Has drawn a lot of comparisons to a young Derrick Rose.



The Boom-or-Bust

Examples: Andre Drummond; Royce White; Jared Sullinger

My favorite stereotype, not as common as others, but one that generates a lot of debate. Every once in a while, we see someone that fits the mold – a very talented player, a lot of potential, that would be a very high pick based on that alone, the kind of guy everyone drools when they think about how good they will be if everything breaks right… only they have something that terrifies everyone to waste a high pick on him in fear that he will be a major bust. It’s more than just having potential and a low floor, it’s about a player that has a chance to be great and everyone dreams of what they can become if everything falls into place, only with so many red flags (or maybe just one, huge red flag) no one wants to touch him. The risk is just too great.


Andre Drummond was a physical freak with a sky-high celling who had maturity issues in UConn, and was horrible in his freshman season, putting enough fear into many teams until he dropped all the way to Detroit at #9 (and it worked worderfully). White was a very talented power forward who had some serious psychological issues, and fell to #16 (and it was a disaster). Sullinger was a likely Top5 pick until health issues with his back made him fall all the way to the Celtics at #21 (to be continued). All were great players with a couple of “ifs”: if he could stay healthy… if his poor college performances didn’t mean nothing… if he could get his head straight… and so on. 


Who is it in the 2015 Draft? Myles Turner

Turner is the analytical darling of the 2015 draft, a player that has a chance to be a major force in the NBA. A former guard who grew too much, Turner combines a huge, athletic body with a nice perimeter game that makes him a potential true stretch big in the NBA. Turner is one of the Draft’s best defenders, a terrifying shot blocker  (5 per 40 minutes) and someone who grabs 24% of the opponents misses while on the floor. His 3PT shot has yet to come together, but Miles shows a good form and his jumper should develop well in the NBA with his outside game – and as I’ve said before a couple times, NBA players capable of stretching the floor AND protecting the rim are exceedingly rare and valuable. Turner has the tools and the skill set to be a monster in the NBA.

And yet, no one seems very eager to draft him with a high pick. Despite everything you have to gain by drafting him, there are also some serious red flags. He’s still very raw and is still getting adapted at playing in the paint with his “new” height, but that’s not the main issue. Turner is averaging 18-13-5 (blocks) per 40 minutes in Texas, but he’s also being very inconsistent, putting up huge numbers against inferior competition but struggling mightily against better opponents, creating a lot of doubts regarding whether or not he can produce again the NBA’s bigger frontlines. Also, his movements around the court are not fluid; there is a stiffness and a weird posture on how he runs. This is, obviously, a strange, subjective observation, but there are many scouts and specialists who fear this might lead to back and/or knee stress issues. The reward Turner could bring to a team is enormous, but he also carries great risk and many reasons for a team to be afraid of him. He will probably still be a Top12 pick if he declares, but if not for the struggles in College and the injury worries, he could go even higher.


The Senior

Examples: Josh Howard; Darren Collison; Roy Hibbert; Doug McDermott


The best prospects in the NBA draft are usually freshmen or sophomores, young players with a lot of potential and development ahead of them. And while you can find some high-upside seniors, and even some stars (like Damien Lillard or Brandon Roy), they are very rare, and most of the time, the focus is on the younger talents. Yet, many times, there are good seniors to be found in the Draft, older players with less potential, but prospects with value because they are advanced enough to come in and contribute right away – specially if they have a specific skill that would translate well to the NBA. They usually won’t develop into a star or even an All-Star, but could be a good contributor in the right team.

Who is it in the 2015 Draft? Frank Kaminsky, Jerian Grant

There is always talent to be found in older players if you’re looking for immediate contributors, and this Draft is no exception. Grant is a big and aggressive point guard who can create out of the pick and roll, both for himself and for others, and does a little bit of everything when asked, who has also shown that he can carry a college offense on his back. Not a star, sure, but can be a valuable contributor off the bench for a team (think Reggie Jackson).

But Kaminsky is by far the most intriguing senior of 2015, a serious candidate for NCAA Player of the Year who is the best player on a Top5 team. Kaminsky is a very polished offensive player, someone who can stretch the floor on offense (42 3PT%)but also create for himself, and a very savvy passer who makes his teammates better - skills NBA teams love in a 7-footer. He will probably never be a star player, but he is a legit big who can battle inside, stretch the floor on offense, play some defense, and give you very solid minutes every night.  Not the kind of guy you want with a Top10 pick, but definitely someone who can contribute right away in the NBA, with a very valuable skill set.



The Talented, Highly Regarded Recruit Whose Stock Fell Too Much

Examples: Austin Rivers; Shabazz Muhammad; Jrue Holiday

Because future NBA players are scouted since they are still playing on High Schools and dunking on overmatched white guys, we already have opinions and analysis on them even before they play a single minute of college ball.  We also have Mock Drafts and all kinds of professional projections at the same point. And so it’s not weird that, every year, there are those who fail to live up to expectations - projected high draft picks that end up disappointing for some reason and see their draft stock plummet. Sometimes, the teams brave enough to bet on the talent that everyone saw there before are rewarded; sometimes, they soon discover the reason they fell so much in the first place. Regardless, it’s one of my favorite NBA Draft traditions.

Who is it in the 2015 Draft? Cliff Alexander

Alexander was ESPN’s #3 college recruit in the 2015 class, and Chad Ford had him as the 3rd pick is his first Mock Draft of the season. The Kansas PF had great athleticism, a NBA-ready body, and was supposed to dominate the area around the rim with dunks and blocks, anchoring Kansas’s frontcourt. 

Only it didn’t happen. Alexander had a tough time grabbing a starting spot at Kansas (didn’t last)… then had a tough time trying to get minutes off the bench (still plays 17 mpg only)… and still had trouble dominating when he did play. His per-40 numbers are solid (16-12, 3 blocks) and Kansas is a better team with him, but his performance is still below what was expected, and Bill Self still won’t give him solid minutes. To worsen things, Alexander lost a game last week with some eligibility issues. He has just looked underwhelming, with not enough polish and a very raw offensive game that isn’t helped by him being undersized for the position and not getting enough playing time– enough to make the big man fall into the late 1st round, usually found in Mock Drafts around the 20s.

It’s uncertain whether or not the Kansas product will enter the draft or return to his sophomore season (he would benefit from it, but with eligibility issues hanging….), but if he does, he will probably be drafted in the late 1st round because of his potential and raw talent – way latter than everyone thought five months ago. He might be a steal there, as a high-energy, high-motor big off the bench that can defends and rebounds… or he might be another reminder that we sometimes are stupid trying to read too much into players who never played one minute of competitive basketball.



The Giannis
Examples: Giannis Antetokounmpo

Ever since the Bucks struck gold with Giannis Antetokounmpo in the Draft, there has been a lot of talk about who could be “the next Giannis” – you know, a very raw but talented physical freak of nature (in the best of senses) with almost unlimited potential. Of course, this sounds weird since Giannis is such a one-of-a-kind player, but you will hear a lot about this stereotype in the years to come, especially as the Greek Freak continues to develop into a very good player. The Giannis comp already popped up last season when the Raptors used a 1st round pick in Bruno Caboclo, also a wingspan freak with great athletic skills. Everyone wants his own Giannis.

Who is it in the 2015 Draft? Malik Pope




Let’s see… young very raw? Check. Not a lot of on-game experience? Check (lost two high-school years with a broken leg). Tall, long, thin with ridiculously long limbs? Check (Pope measures at 6-10, 205 lb). Very talented, with a skill set that almost makes no sense with his body? Check. A lot of potential? Well, check! Looks like we have our Giannis Candidate of 2015! If I were a betting man, I’d wager on Pope going in the first round if he declares. And if he does, he has Giannis Antetokounmpo to thank. 


The Horrible Lottery Pick That Gets Mocked for Years
Examples: Jan Vesely; Wesley Johnson; Jonny Flynn; Hasheem Thabeet; Marvin Williams

Who is it in the 2015 Draft? To be defined…

Man, I miss David Kahn in the league, for comedy’s sake.



(Inspired in a 2009 post from the great Bola Presa. And thank you Blogger.com for screwing up the design of the post.)