Some people think football is a matter of life and death. I assure you, it's much more serious than that.

Mostrando postagens com marcador oeste. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador oeste. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Hack a Cast - Conferência Oeste




Tem Hack a Cast novo no ar!!

Nessa edição, eu e o Vinicius Veiga continuamos nosso especial de duas partes e falamos da Conferência Oeste.

Falamos do momento do Warriors, da mudança que não é bem uma mudança do Spurs, da "pouca" atenção recebida pelo Thunder, os demais times de playoffs, e muito mais!! Confiram!!

Tabela de assuntos:

Minuto 2 – Warriors
Minuto 11 – Spurs
Minuto 26 – Thunder
Minuto 35 – Clippers
Minuto 43 – Rockets
Minuto 53 – Mavericks
Minuto 58 – Grizzlies
1h2 – Jazz
1h7 – Kings
1h14 – Blazers
1h19 – Nuggets
1h23 – Pelicans
1h27 – Suns
1h30 – Wolves
1h41 – Lakers

A coluna sobre o Warriors citada no podcast, da Revista Timeout Brasil, pode ser encontrada aqui

(Se você veio atrás do meu Team All-Two Minute Warning da NFL, é só clicar aqui!)


terça-feira, 15 de abril de 2014

Pedra, papel, tesoura, bandeja

"... e se ele abrir a mão você joga tesoura, que não tem erro!"


Na NBA - e francamente, em qualquer outro esporte - a questão do "matchup" é sempre muito importante quando falamos sobre o resultado esperado de um determinado confronto. E claro, faz todo o sentido: qualquer time, em especial os bons times, tem um estilo de jogo preferido, um estilo ao qual eles estão mais acostumados, que tira o máximo de suas habilidades e esconde ao máximo seus defeitos, o que eles treinam mais... em resumo, um tipo de jogo no qual o time é melhor e mais eficiente. E eventualmente algum adversário pode ter um outro estilo de jogo que seja favorável a esse: ele tem condições de explorar melhor algum defeito que o time tenha, ou pode ser particularmente bom em uma determinada área que neutralize ou dificulte o estilo de jogo da equipe. Isso te força a mudar a forma como você joga para tentar compensar as deficiências, mas não é o ideal: você vai tentar jogar de outra forma que não está habituado, que cria novas forças e fraquezas que você não está tão acostumado a explorar ou esconder, te tira da sua zona de conforto. E naturalmente, isso diminui sua eficiência e, consequentemente, suas chances de sucesso.

Isso é particularmente relevante na NBA, onde todo mundo em quadra precisa executar esse plano em conjunto por causa da natureza pouco-especializada do jogo, e vai ser ainda mais importante para os playoffs de 2014. Para usar uma expressão do Bill Simmons, o Oeste desse ano é um gigantesco jogo de pedra-papel-tesoura: todos os times tem alguém contra quem são um péssimo matchup, e todos os times tem um adversário que eles absolutamente não querem enfrentar por gerar todo tipo de problema para seu estilo de jogo. Então tem uma boa chance do campeão da conferência Oeste ser decidido simplesmente por esse grande jogo de quem enfrenta quem.

Claro, matchups são sempre importantes, mas eles são especialmente importantes no Oeste esse ano porque a conferência é extremamente equilibrada. No Leste, o Miami Heat (grande favorito) tem alguns times que são matchups ruins para ele, em especial Charlotte Bobcats (defesa forte, ataque focado em um jogador que ninguém em Miami é capaz de defender) e Brooklyn Nets (que varreu a série na temporada regular), mas a diferença de nível entre Miami (e, se estiverem jogando como no começo do ano, Indiana) e o resto dos times é tão grande que o impacto dos matchups é muito menor (francamente, apenas dois times tem condições realistas de ganhar o Leste sem uma lesão acontecendo). Mas o Oeste é muito mais equilibrado, com muitos times de alto nível - o 9th colocado do Oeste seria 3rd seed no Leste. Nenhum dos times seria improvável de chegar a uma final de conferência, e uns cinco times podem muito bem vir a ser campeões. Então além de jogar seu melhor basquete, no Oeste se torna ainda mais importante evitar os determinados adversários que tem uma vantagem contra você. E se um ou dois times maiores forem eliminados por conta de um problema de matchups, isso muda toda a dinâmica da conferência, algo que não ocorre do outro lado (o que não quer dizer que um time não possa vencer um outro que seja um matchup desfavorável, claro. Só dificulta a questão).

Então isso nos deixa com a tarefa de identificar qual - ou quais - matchups apresentam um problema para cada time, e quais podem eventualmente decidir essa conferência. Quais são então os estilos de jogo que mais dão problemas para cada um dos 9 candidatos aos playoffs pelo Oeste, e quais times eles querem evitar a todo custo??

San Antonio Spurs

Mais uma vez, San Antonio foi o melhor time da temporada regular da NBA. Até o dia 14, eles lideravam a NBA em vitórias (62, quatro a mais que o segundo), saldo por 100 posses de bola (8.6, 1.1 a mais que o segundo) e foram o único time da temporada no Top5 tanto em ataque como defesa. E fizeram isso mesmo sem nenhum jogador ter mais de 30 minutos por jogo, e com praticamente todo se time titular perdendo jogos com lesões em algum ponto na temporada. Eles ainda conseguiram ter um time bom a esse ponto, e isso é impressionante.

Mas mesmo sendo o melhor time da NBA por uma boa margem, tem um time que San Antonio absolutamente TEM que evitar se quiser ter boas chances de voltar as finais. Estou falando, é claro, do Oklahoma City Thunder. Se existe um time na NBA que aperfeiçoou ao extremo a forma de enfrentar San Antonio, foi esse: desde que San Antonio abriu 2-0 contra OKC nas Finais de Conferência de 2012, os times se enfrentaram 12 vezes diferentes, e o Thunder venceu 10 desses jogos. Essa temporada, OKC venceu os quatro jogos entre as equipes por 37 pontos no total, e o -11.8 de saldo por 100 posses foi o pior do Spurs contra qualquer time no ano. Esse é o calcanhar de Aquiles de San Antonio, e o maior obstáculo entre eles e as Finais.

A verdade é que o time do Thunder foi colocado nessa Terra para vencer o Spurs. O ataque de San Antonio é uma máquina perfeita de destruição, que se baseia muito na movimentação de bola, passes rápidos, e arremessos de três livres. Mas o Thunder tem exatamente o que é preciso para parar essa máquina: seus jogadores possuem uma combinação alucinante de wingspan (com os braços gigantes dos seus jogadores congestionando linhas de passe, gerando roubos de bola, fazendo os jogadores de San Antonio pensarem duas vezes e diminuindo a velocidade do ataque em geral) e habilidade atlética, que lhes permite atacar pick and rolls, rodar através de screens e ainda ter força física suficiente para recuperar e defender os arremessadores. É um pesadelo para San Antonio enfrentar um time assim, um que consegue atrapalhar todos os fundamentos no qual seu ataque são baseados - apenas um time segurou o Spurs a uma eficiência ofensiva menor, e nenhum (com pelo menos três jogos) causou impacto maior na relação assistência/turnover de SA. O Thunder, para piorar, ainda tem a velocidade e habilidade atlética para transformar isso para problemas do outro lado da quadra, usando os erros e turnovers do Spurs para acelerar o ritmo e conseguir pontos em transição.

Então ainda que o Spurs seja o melhor time da NBA no momento, o Thunder é perfeitamente equipado para derrotá-lo por ser um matchup vindo direto do inferno. San Antonio deve torcer todas as noites para que OKC não chegue nas Finais de conferência.


Oklahoma City Thunder

O grande problema do Thunder em termos de matchups é o seu técnico. Não que Scott Brooks seja um técnico horrível, mas ele tem uma mania que pode colocar tudo a perder: ele é extremamente conservador com seus times, mantendo a mesma base sempre que pode com Perkins e Ibaka no garrafão (ou dois jogadores de garrafão em geral), e isso pode gerar alguns problemas. Quem viu os jogos entre Miami e OKC nos últimos anos sabe do que estou falando: times que jogam com garrafões baixo são um problema constante para o Thunder. Brooks se recusa 90% do tempo a mudar sua formação "ideal" com o garrafão alto, então contra times capazes de espaçar a quadra com algum homem de garrafão na linha de três pontos (como é o caso de Chris Bosh), o time se ve forçado a tomar uma decisão difícil: usar Ibaka na defesa desse jogador longe do garrafão, tirando de perto da cesta o melhor (talvez único) protetor de aro do time (e Ibaka não tem a manha para defender esse tipo de jogador por muito tempo), ou deixar Ibaka perto do aro e mandar Perkins perseguir um jogador mais veloz pelo perímetro da quadra - uma péssima decisão porque ele não tem a menor capacidade de fazer isso. E como Perkins é um péssimo jogador ofensivo, qualquer time pode fazer isso sem maiores repercussões defensivas, especialmente se não precisar tirar um jogador de garrafão natural para causar esse espaçamento de quadra.

Dois times na briga pelos playoffs do Oeste se enquadram nessa descrição e ainda possuem um PG que pode atacar a cesta a partir do drible e do pick and roll (outra coisa que o Thunder odeia - eles são apenas o 18th time mais eficiente defendendo pick and rolls finalizados pelo ballhandler na temporada). Um é o Phoenix Suns, um time que tem dois armadores diferentes atacando o aro (Goran Dragic e Eric Bledsoe) e tem tido muito sucesso usando Channing Frye, um dos melhores PFs arremessadores da liga que forma com Dragic o combo de pick and roll/pick and pop mais eficiente da NBA. O outro é o Dallas Mavericks, que tem o melhor big man arremessador da história da NBA em Dirk Nowitzki. E não é então de se surpreender que, entre os três times que mais deram problemas para OKC essa temporada, Dallas é o adversário contra quem eles tem a pior eficiência (-7.9), e Phoenix o terceiro (-4.3).

A causa desses problemas é a mesma em ambos os casos. A defesa do Thunder, quarta melhor da NBA cedendo 100.8 pontos a cada 100 posses de bola, mas simplesmente é destruída por esses dois. Ela cedeu 108.1 pontos por 100 posses contra Dallas (equivalente a defesa do Lakers, terceira pior da NBA) e incríveis 115.1 pontos por 100 posses contra o Suns, seis pontos pior do que a pior defesa da NBA (do Jazz). OKC simplesmente não consegue defender Channing Frye, Dirk Nowitzki ou qualquer outro arremessador grandalhão com Perkins e Ibaka (ou qualquer outra combinação de big men), e não só Scott Brooks odeia mudar o estilo de jogo da equipe usando lineups mais baixas e flexíveis, como o time também não está habituado a isso: apenas uma lineup de OKC que não tem dois homens de garrafão jogou mais que 55 minutos TOTAIS essa temporada, e mesmo essa jogou apenas 83. Vai ser interessante ver como OKC se desdobra para enfrentar um time assim, se Brooks vai ser rápido para tirar Perkins e confiar no talento de seus jogadores para compensar a falta de entrosamento e prática das lineups mais baixas (só fez uma vez o ano todo) ou se vai insistir nisso e arriscar uma surpresa.

Um rápido comentário: O Warriors aparece como um sleeper nesse quesito para OKC. O fraco Mark Jackson, apesar de ter alguns dos melhores arremessadores do mundo no seu time, também tem uma enorme relutância em usar lineups baixas que espaçam a quadra, insistindo com dois homens de garrafão mais do que devia - algo que limita em muito o talento e potencial desse time. Mas com David Lee e Andrew Bogut lidando com lesões, é possível que Jackson não tenha escolha senão improvisar um pouco e usar um time mais baixo que arremesse muito de três, e nesse caso vai ser interessante ver se o Warriors - que teve muito sucesso ofensivamente contra OKC na temporada regular - consegue emular esse tipo de problema para o Thunder.


Los Angeles Clippers

O Clippers é um time que, apesar de boa defesa, se baseia principalmente em seu ataque para vencer jogos, terminando a temporada regular como o melhor ataque da competição. E esse ataque tem três principais focos: as jogadas de contra-ataque (#1 na NBA), Chris Paul atacando a cesta e distribuindo depois do pick and roll (#1 na NBA) e concentrando o ataque no seu grande garrafão de Blake Griffin e DeAndre Jordan, que tem a força, tamanho e habilidade atlética para desmontar as melhores defesas adversárias.  Então se você quer ser um matchup ruim, a primeira coisa que você tem que ter é um garrafão com tamanho e força o suficiente para contra-balancear Blake e DeAndre lá dentro, neutralizar seus espaços e evitar que o Clippers ataque a partir de post ups (foram #5 na temporada regular em post ups) - de preferência um que possa devolver na mesma moeda do outro lado da quadra, já que LAC teve todo tipo de problema na temporada defendendo homens de garrafão. Não foi a toa que o time que mais abusou do Clippers na temporada regular foi o Pacers.

Para sorte do Clippers, o Oeste não tem muitos times assim. Mas acontece que ele tem UM time exatamente assim, o seu nêmesis recente que não só tem um garrafão físico e perfeitamente equipado para bater de frente com Griffin e Jordan, como também tem um dos melhores defensores de perímetro individuais para cutucar e atrapalhar CP3 o dia todo: o Memphis Grizzlies.

Os times se enfrentaram três vezes na temporada, com Memphis vencendo as duas partidas na qual ambos os times estavam completos, e Clippers vencendo a partida na qual Marc Gasol não jogou, machucado. Memphis também foi o time que venceu Los Angeles nos playoffs de 2013, então estão 6-3 contra o Clippers nos últimos 9 jogos (6-1 se contar os últimos 7). Podem ter certeza que se tem um time que o Clippers quer evitar a todo custo é esse.

O que faz do Memphis um carrasco tão grande para o Clippers não é só a forma de jogar. Claro, essa ajuda demais: Gasol e Randolph formam um dos garrafões mais físicos e fortes da NBA, algo que incomoda e atrapalha demais o garrafão do Clippers, tirando a liberdade e a forma inside-out da equipe jogar e forçando ajustes. Assim a bola tem que passar mais tempo nas mãos de CP3, mas Tony Allen é de longe o marcador que mais incomoda Paul, e passar uma série de seis ou sete jogos sendo incomodado por Allen é um cenário péssimo para o Clippers. Então a forma de jogar do Grizzlies afeta as duas principais armas da equipe sim. Mas além disso, o Memphis tem uma atitude mental que bate de frente com a do adversário. O Clippers é um time com uma certa atitude de bad boys, um time mais forte e mais rápido que vai enterrar na sua cabeça, te olhar feio, te provocar e fazer de tudo para tirar do sério. Isso incomoda muita gente, mas não o Grizzlies, um time extremamente físico que devolve tudo isso, que não para de dar trombadas e incomodar os adversários, e que acaba tendo no Clippers o mesmo efeito que o Clippers tem nos demais times: os jogadores começam a ficar nervosos, a sair do seu jogo e se preocupar demais com o adversário - especialmente quando o seu jogo de garrafão começa a não funcionar. É uma combinação péssima para Los Angeles, e eles farão o possível para evitar o Grizzlies.


Houston Rockets

O Rockets é um time que se remontou muito em 2014, então não tem tanto tempo para tirarmos conclusões sobre o seu modo de jogar e os times que mais tem lhe dado trabalho até então. Mas o que sabemos sobre eles até agora é o seguinte: Rockets é um time que gosta de jogar baixo e veloz no ataque, espaçando bem a quadra em torno do seu pivô (seja ele Dwight Howard ou Omer Asik). Para isso, eles gostam sempre de usar jogadores baixos na posição 4, seja ele Terrence Jones, Omri Casspi ou mesmo Chandler Parsons. Eles não possuem um verdadeiro stretch-4 no time, então se sentem mais confortáveis com formações mais baixas que lhes permitam manter seu estilo ofensivo.

E até agora, isso tem sido também um problema para a equipe. Analisando seus jogos na temporada, é fácil reparar em um padrão para os problemas da equipe. Seis equipes diferentes tem um saldo positivo contra Houston na temporada, e cinco delas são equipes famosas pelo jogo de garrafão e por ter um time alto que protege o aro na defesa e ataca o aro ofensivamente: Clippers, Thunder, Pacers, Bulls e Memphis (o Heat é a exceção). Houston tem problemas quando enfrenta uma presença mais sólida no garrafão pois isso da menos liberdade a Dwight Howard  e dificulta o ataque do time ao aro, e o segundo jogador alto no garrafão pode explorar a falta de um marcador, já que Jones não consegue marcar jogadores muito alto e fortes no garrafão e Casspi e Parsons não tem a menor chance contra um Zach Randolph ou Blake Griffin da vida - não a toa quatro desses seis times absolutamente trucidaram Houston atacando esse missmatch.

É difícil para Houston contra-atacar esse tipo de coisa porque eles não possuem uma alternativa. Apenas duas lineups do time jogaram mais de 50 minutos juntas com dois big men de verdade: uma com Dwight Howard e Donatas Motiejunas que foi até bastante eficiente, e uma com Dwight e Asik juntos que foi um desastre completo ofensivamente. Não sei se McHale confia em Motiejunas o suficiente para usá-lo por muito tempo contra times mais fortes nos playoffs, e é um time ainda não testado nesse tipo de situação.

OKC e Clippers seriam os problemas lógicos de matchups para Houston - os dois combinaram para ganhar 7 de 8 jogos na temporada regular, com Houston tendo -11.3 de saldo por 100 posses contra ambos. Mas Memphis é um sleeper interessante: eles dividiram a série na temporada regular, com cada um vencendo dois jogos, mas as duas vitórias do Rockets vieram quando Marc Gasol esteve machucado, e mesmo assim Memphis ainda tem saldo positivo nos quatro jogos. Eles possuem um DPOY para jogar em Dwight Howard, um excelente defensor para James Harden, e Houston não tem ninguém para defender Z-Bo a não ser que McHale arrisque jogar Howard e Asik juntos. Um confronto encomendado do inferno para o Houston.


E bom, esses são os quatro melhores times e as quatro maiores seeds do Oeste, os times que seriam favoritos contra os demais mas que podem ver os matchups mudar totalmente sua história para bem ou para mal. Os outros times também tem matchups ruins, mas eles influenciam menos porque eles já são zebras para avançar. Claro, Golden State vai querer evitar San Antonio o máximo possível, Dallas sabe que não tem pernas para acompanhar Phoenix ou Golden State, Memphis tem trabalhos contra times que espaçam a quadra sem precisar abaixar de tamanho (AKA Dallas), e Portland não consegue contar a penetração de times como Phoenix ou Houston. Todo mundo no Oeste tem um matchup que adoraria evitar e faz parte desse jogo de pedra-papel-tesoura. Mas esses quatro e suas fraquezas são os que tem mais condições de alterar o panorama geral da conferência Oeste nesses playoffs.

Vamos ver quais times acabam sendo favorecidos pelos cruzamentos, e qual vai ser o impacto real desse tipo de coisa na hora de decidir uma conferência historicamente forte.